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Experimental theoretical study based on mathematical correlations used in the determination of volume flows of non intrusive character for lithium bromide solution

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Relação entre valores da vazão do ultrassom com a vazão teórica para o diâmetro de 22 mm - Água.. Relação entre valores da vazão do ultrassom com a vazão teórica para o diâmetro de 25 m

Trang 1

AbstractỒ This work has as proposed the development of

experimental theoretical study based on mathematical correlations

able to estimate volume flows of non-intrusive character as

functions of diameter and pressure for lithium bromide solution

linked to an ultrasonic meter, type transit time, model UFM 170

The experimental bench that gave support to this work has been

developed on the premises of the Federal University of

Paraắba-UFPB in lab-IES Sustainable Energy Institute and RECOGÁS,

Cooperative Research Network North / Northeast Natural Gas

This study was developed in LabVIEW platform, with the help of

EES - software (Engineering Equation Solver) This study aims to

describe all the positive and negative aspects experienced in the

subject of this work in order to contribute with flow measurement

techniques non-intrusive that would be applied in absorption

refrigeration systems

KeywordsỒ Mathematical correlations, volumetric flow,

non-intrusive, solution water lithium bromide.

I INTRODUđấO EDIDORES de vazão são dispositivos utilizados para

medição de fluxo de um fluắdo através de uma seção

transversal de um escoamento durante certo intervalo de

tempo, podendo ser medida em volume ou massa [1] Estes

equipamentos são utilizados em vários setores como a

industria do petróleo, adutoras, siderúrgicas, sistema de

refrigeração entre outros Os medidores de vazão ultrassônicos

são robustos, capazes de medir grandes vazões de forma

rápida e local, e apresentam uma boa flexibilidade em função

do produto a ser medido e sobre as condições de operação A

escolha para utilizar-se determinado medidor de vazão,

depende de vários fatores, tais como; o tipo de fluido que se

deseja medir, a exatidão desejada, a faixa de vazão que se quer

medir e condições onde há pressões e temperaturas elevadas,

que são fatores determinantes nesse processo de medição

A M A Caldas, Instituto Federal da Paraắba (IFPB)/ (UFPB), João

Pessoa, Paraắba, Brasil, allysson_macario@yahoo.com.br

A G A Caldas, Instituto Federal da Paraắba (IFPB), João Pessoa,

Paraắba, Brasil, allangyusepp@hotmail.com

C A C dos Santos, Universidade Federal da Paraắba (UFPB), João

Pessoa, Paraắba, Brasil, carloscabralsantos@yahoo.com.br

K C Lima, Universidade Federal da Paraắba (UFPB), João Pessoa,

Paraắba, Brasil, kleber_21m4@hotmail.com

A A V Ochoa, Instituto Federal de Pernambuco (IFPE)/ Universidade

Federal de Pernambuco (UFPE), Recife, Pernambuco, Brasil,

ochoaalvaro@hotmail.com

J C C Dutra, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife,

Pernambuco, Brasil, charamba@gmail.com

Diferentes trabalhos na literatura vem utilizando medidores de vazão, como do tipo coriolis [2], ultrassônico [3-6], do tipo tubo capilar [7] para verificar os desempenhos de equipamentos e processos [8-10] Em [10], onde foi utilizado

um tubo capilar térmico na medição do consumo de gás natural do uso residencial, apresentados resultados com precisão boa Utilizando sistemas ultrassônicos, no trabalho apresentado em [11], foi desenvolvido um protótipo de medidor de vazão para lắquidos instáveis através da modificação da equação de Bernoulli mostrando que as vazões

em regime quase uniforme podem ser medidas com precisão dentro da faixa de 5-60 ml/s, e no trabalho apresentado em [12], os autores dimensionaram, construắram e testaram um medidor de vazão de parede lateral para medir sódio em reatores

A solução aquosa brometo de lắtio (LiBr) tem sido a escolha comum na indústria de refrigeração de absorção para processo de climatização [13-15] Em [16] foi dimensionado

um sistema de refrigeração por absorção solar para um hospital, com o objetivo de otimizar a energia, em [17] foi monitorado um sistema real de refrigeração por absorção solar, e [18] realizaram uma análise energética de um sistema

de trigeração de energia (frio, calor e potência) verificando que esta configuração representa uma ótima alternativa de reaproveitamento energético, e portanto, otimização da energia, no mesmo contexto porém utilizando um chiller de duplo efeito e energia solar como fonte de ativação, em [19] foi realizado um estudo de energético sobre o mesmo sistema

Na literatura podem ser encontrados vários trabalhos numéricos [20-21], onde foram apresentadas análises energéticas e exergéticas em sistemas de refrigeração por absorção que utilizam o par LiBr/H2O, com o objetivo de determinar o comportamento energético destes sistemas Experimentalmente, o estudo de equipamentos de refrigeração que utilizam este fluido como absorvente tem sido intensificado buscando o melhor desempenho na mistura [22-23], assim como a adição de outras substancias que permitam melhorar o COP destes equipamentos, como foi no caso de [24]

A importância de mensurar a vazão interna do refrigerante e/ou solução absorvente (LiBr- H2O), é necessária para o entendimento do processo de absorção e dessorção que acontece nos ciclos de refrigeração por absorção [25,26] Estas medições são necessárias em validações de estudos numéricos como os apresentados em [27-29], onde os resultados numéricos encontrados a partir do modelo termodinâmico

C Dutra

Experimental Theoretical Study Based On

Mathematical Correlations Used In The Determination Of Volume Flows Of Non-Intrusive Character For Lithium Bromide Solution - LiBr

M

Trang 2

te

ut

31

irr

re

di

co

es

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m

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ab

cr

fo

co

tr

m

qu

gr

ve

m

pe

te

ap

pr

ul

esenvolvido,

emperatura e

tilizadas em o

1], onde o o

reversibilidad

essaltar, que

imensionamen

omo o caso

studo de contr

e refrigeração

aixa de operaç

Esta soluçã

studada por vá

e encontrar co

s propriedades

obre correlaçõ

ropriedades d

ropriedades pa

ossibilidade de

objetivo de

bsorção e dess

eterminou cor

ropriedades

emperatura

(0-uso destas co

nergéticos d

presentados em

nergética e exe

orrelações apr

esempenho d

bsorção

O presente t

e estudo teó

matemáticas ca

ão intrusivo em

ara solução de

po tempo de

esenvolver ta

ncontradas em

bsorção, visto

ristalino com

ormação de fa

oncentração, c

abalho e altos

II

Das operaçõ

mais importan

uantidade de f

ranulados, não

erificação do

multifásico é

etróleo e gás

ecnologias de

plicação mais

rocesso

Um métod

ltrassônicos fo

foram com vazão Do m otimizações e

objetivo foi e

des e desperd

medições d nto de ciclos

apresentado e role de nắveis d

o por absorçã

ão destes equi

ão aquosa de

ários autores a

orrelações em

s termofắsicas

ões empắricas

do LiBr/H2O,

ara altas temp

e adicionar ou

determinar se sorção A part

rrelações teór

termodinâmic -210ổC) e con

orrelações pod

de ciclos d

m [39,40] Em

ergética de um

resentadas em

este fluido e

trabalho traz c

órico experim

apaz de estima

m termos do d

e LiBr vincula

trânsito, mod

al método, g

m se medir v

o que o fluắdo

propriedade h ase sólida crist

como também

valores de vis FUNDAMEN ões realizadas

ntes é efetua

fluxo de fluắd

o só para fins

rendimento

um foco im [42] e, no me

e medição d

adequada con

do não d

foi proposto n

mparados co mesmo modo, energéticas de encontrar os dắcio de ene

de vazão são

s de refrigera

em [32-33] E

da solução em

ão, com o obj ipamentos

e brometo d

ao longo dos a mpắricas que p Em [34] foi

s utilizadas na

e [35] estend peraturas, em utros compone

eu desempenh tir da equação ricas que perm cas numa ncentrações (0 dem ser enco

de refrigeraç

m [41], foi re

m chiller de ab [38], com o o

em sistemas d como proposta mental basead

ar vazões volu diâmetro e dif ado a um med delo UFM170

gira em torn vazão de fluắd

o de trabalho higroscópica q talizando a va

m, baixos val scosidade da s NTAđấO TEố

em processos

ar a medição dos (lắquidos,

s contábeis, co

do processo

mportante par ercado estão d

de vazão cad nforme as cond destrutivo ut

no trabalho ap

om mediçõe estas mediçõ

e componente pontos com ergia É impo

o necessárias ação por abs Esta última,

m geradores de jetivo de amp

de lắtio bem anos com o ob permitam dete realizado um

a determinaçã deu o estudo [36-37] estuda entes na mistur

ho em proces livre de Gibb mitem o cálcu ampla faix 0-70%) A apl ontradas nos e ção por ab ealizada uma a bsorção utiliza objetivo de est

de refrigeraçã

a o desenvolvi

do em corre umétricas de ferenças de pr didor ultrassôn A justificat

no das dificu dos em sistem abordado é u que, pode apre alores modera lores de press solução

ốRICA

s industriais um

o e o contro gases) e até s omo também Medição de

ra as indústri disponắveis di

da uma tend dições imposta tilizando se presentado em

es de ões são

es [30-maior ortante

s para sorção, visa o

e ciclos pliar a sendo bjetivo rminar estudo

ão das destas aram a

ra com sos de

bs, [38]

ulo de

xa de licação estudos bsorção análise ando as tudar o

ão por imento elações caráter ressões nico do tiva de uldades mas de

um sal esentar ados de são de

ma das ole da sólidos para a

e fluxo ias de iversas

do sua

as pelo ensores

m [43]

para

de v temp freq viaja crist med aum apre

em acús

do f sent

Figur

O func fixa dete mon cana pela (qua cana

do m

do lắ A

e re freq leva

A resu flan

ao c com

4 vá Válv cone esco engr PUM trifá

a enfrentar ess vazão possui

po de trânsito quência de res ando a velocid tal está tocand didores ultrass mentado ao esentadas com contato com stico que viaj fluxo e leva m tido oposto ao

ra 1 Princắpio de

O UFM170 uti cionam como t dos no exter erminada distâ ntados pelo alização duas

a canalização ando os trans alização e o so método de mo ắquido

A operação do cebendo impu quência entre o

a o som viajar

III B

A bancada, F ultando em 6.8 geados de diâ circuito princip

m um recipient álvulas de es vulas DECA, ecções T e oamento é c renagem com MPS LTD e ásico de 0,5 HP

se desafio A c tipos diferen

o, correlação c ssonância é t dade do som,

do [44] A me sônicos pela té longo dos

mo por exempl

o fluido A

a diagonalme menos tempo qu fluxo, Fig.1

funcionamento d

iliza um par de transmissor e rior de uma ância entre el método-V ( vezes), pelo m quatro veze dutores são m

om atravessa o ntagem depen

o UFM170 é d ulsos de energ

os dois transd entre eles [45 BANCADA E Fig 2, consis

87 m em aço âmetros distint pal por reduçõ

te T5-50 litros sfera NICSA , 11/2’’ e 1

1 redução (5 cedida ao f mercializada acionada por

P alimentado a

classe ultrassôn ntes: tempo d cruzada, e o e transmitida na

no fluido e n edição de lắqu écnica de temp anos devid lo; a ausência medição é b ente através do

ue o pulso acú

dos medidores tipo

e transdutores receptor Este tubulação fe les Os transd (quando o s método-W (qu es) ou ainda montados em

o cano uma v nde das caracte

de forma altern gia sonora em dutores e med ]

EXPERIMENT ste de um ci inox, compo tos 19, 22 e 2 ões flangeadas

s, também em (11/2’’), 3 v Válvula FRA 50mm/25mm)

fluido, por pela STAI

um motor B

a 220 V [1]

nica de medid

de propagação efeito Doppler

a forma de o

no material on uidos por mei

po de trânsito

o às vantag

a de partes mó baseada no p

o tubo no sen ústico que viaj

o Ố UFM170

s ultrassônicos

es transdutores echada com dutores podem som atravess uando o som p

a pelo métod lados oposto ez) [1] A esc erắsticas do tu nada transmit uma determin indo o tempo

TAL ircuito hidráu sto por três d

25 mm, conec

s A mesma c aço inox, além válvulas globo ABWAR, ¾’’ A energia uma bomba INLESS STE BROWN BOV

dores

o ou

r A onda, nde o

o de tem gens óveis pulso ntido

ja no

s que

s são uma

m ser

sa a passa do-Z

s da colha ubo e indo nada que

ulico dutos ctado conta

m de

o (2

’), 2 para

de EEL VER,

Trang 3

aq

pr

Fi

ul

pr

fu

qu

pr

pi

in

do

vo

ex

(m

so

do

da

da

co

da

Fi

igura 2 Bancada E

A bancada

quisição de d

ressão e o med

igura 3 Dispositiv

A vazão v

ltrassônico UF

recisão do inv

uncionamento;

ue oferece pre

ressões fora

iezoelétricos c

ncertezas ness

os cálculos re

olumétrica que

IV

Esta etapa

xperimental

monitoramento

oftware LabVI

o programa E

ados de entra

ados de saíd

ompletamente

a mecânica do

igura 4 Painel Fro

Experimental

conta com d dados; inverso

didor de vazão

vos de monitoram

volumétrica q

FM170 possui

versor de freq

; para nosso

ecisão de ± 0.5

am registrada

com precisão

as medidas pr esultando em u

e contabiliza ±

V METODOL

representa

A comunicaç

o e aquisição

IEW, sendo o

Este painel fro

ada, dados de

da (vazão te

desenvolvido

os fluídos

ontal em detalhes

dispositivos d

or de frequênc

o UFM170, m

mento e aquisição

que é registr

i precisão de ± quência depend caso foi utili 5% na regulaç

as a partir

de ± 0.25 rimárias irão uma incerteza

± 1.25% do va LOGIA EXPE

a fase de ção em temp

o de dados) f painel fronta ntal manipula aquisição em órica para e o) baseado no

s/ Diagrama de Bl

de monitoram cia, transduto ostrados na Fi

de dados

rado pelo m

± 1% da leitur

de da colocaç izado modo v

ão de velocida

r de transd bar Neste ca

se propagar a

a na grandeza alor lido

ERIMENTAL testes na ba

po real dos foi gerenciado

l, Fig 4, a int

a três tipos de

m tempos reai escoamento la

os equacionam

locos

mento e ores de

ig 3

medidor

ra, já a ção em vetorial ade; as dutores aso, as através vazão

ancada dados

o pelo terface dados;

is e os aminar mentos

O (visc que dado (que funç

A anal com tubo perm mos ultra

P subs

de s bem uma med volu dife

A R

F

se o Fig

valo vazã

6, 7

Figur

Figur para

Os dados de e cosidade dinâ

o escoament

os juntamente eda de pressão ção da queda d

= 12

A equação (1) lisado foi a mpletamente d

o circular mos mitida para seu strados no pain assom captura

V ANÁLISE Para o process stância de fác ser um fluído

m estabelecida

a correlação didor de vazã umétricas que renças de pres

Resultados Exp

Foram realizad

os diâmetros d

5 Estes ens ores de vazão

ão (equação 1

e 8

ra 5 Ensaio realiz

ra 6 Relação entr

o diâmetro de 19

0 0,001 0,002 0,003 0,004 0,005 0,006

0

ntrada do pain âmica), D (diâ

to seja compl

e com o parâ o) ∆P gera a

de pressão, Fig

8 ∆ foi imposta a aproximado esenvolvido v strou o númer

u uso, baseada nel frontal são adas pelo progr

E E DISCUSS

so de validaçã

il interpretaçã cujas proprie

s O objetivo matemática

o (UFM170)

e dependam ssão

perimentais da

dos ensaios na

da tubulação (1 saios permitir

o do ultrassom

1) lidos no La

zado com a água p

re valores da vazã

mm – Água

100

temp

Va Va

nel frontal estã âmetro) e L (c letamente des âmetro de dife saída da vazã

g 4, expressa

ao programa, p

a um esco visto que, toda

ro de Reynold

a na Lei de Po

o medidas de p

rama LabVIE

SÃO DOS RE

ão do ensaio, f ão; neste caso dades físicas foi realizar t capaz de d

e, a partir da explicitament

a Água

a frequência de

19, 22 e 25 mm ram confronta

m com os va

abVIEW, most

para diâmetros de

ão do ultrassom co

po (s)

azão Ultrassônica azão Teórica

ão descritos po comprimento envolvido) E erença de pre

ão volumétrica como:

(

pois o escoam oamento lam

a análise feita

ds dentro da f oiseuille Os da pressão e vazã

W SULTADOS foi escolhida , a água pelo

e químicas se testes para val desvincular-se

ai estimar va

te do diâmetr

e 60 Hz varian m) como mos

ar em tempo alores teóricos trados nas Fig

e 19, 22 e 25 mm.

om a vazão teóric

a

or; μ para Esses essão

a em

(1)

mento minar

a em faixa ados

ão do

uma fato erem lidar

do azões

ro e

ndo-tra a real

s da guras

ca

Trang 4

Figura 7 Relação entre valores da vazão do ultrassom com a vazão teórica

para o diâmetro de 22 mm - Água

Figura 8 Relação entre valores da vazão do ultrassom com a vazão teórica

para o diâmetro de 25 mm - Água

A análise dos gráficos mostrados nas Figuras 6, 7 e 8

mostram uma discrepância entre a vazão do ultrassom

(UFM170) e a vazão teórica A tabela I mostra os erros

percentuais desta comparação

TABELA I DISCREPÂNCIA VAZấO DO ULTRASSOM E A VAZấO

TEốRICA

Erro Percentual entre a vazão do ultrassom e a vazão teórica

10,732 % 5,445 % 1,127 %

Através da análise desses dados foi obtida uma correlação

matemática, equação (2), desvinculada do aparelho

ultrassônico UFM170, a qual permitiu estimar vazões

volumétricas que dependam diretamente dos diâmetros e

diferenças de pressões, sem vắnculos explắcitos com outras

grandezas, expressa como:

, = ∆ (2)

A partir dos dados coletados nos ensaios com a água foi

ajustada uma curva onde foram encontradas as constantes da

equação (2), mostrados na Tabela II Tal processo foi

realizado pelo método da Regressão Múltipla

TABELA II COEFICIENTES DE CORRELAđấO DA ÁGUA

UTILIZADOS NA EQUAđấO 2

Coeficientes da correlação C α Β

1ở Regressão 5,1522x10 -11 3,37104321 0,939808152

2ở Regressão 3,02118x10 -10 2,90988778 0,891899564

A primeira regressão aplicada à equação (2) forneceu uma

expressão de correlação para a vazão teórica, expressa como:

Os resultados estatắsticos aplicados para a regressão múltipla, Tabela III, permitiram considerar como validos estas constantes, já que os coeficientes de correlação múltiplo e quadrado foram próximos da unidade, (0,999), com erro padrão relativo menor a 0,1% para 182 observações

Tabela III Estatắsticas da 1ở Regressão Múltipla Ố Água

Estatắstica da 1ở Regressão

R múltiplo 0,999966954 R-Quadrado 0,99993391 R-quadrado ajustado 0,999933172 Erro padrão 0,000730134 Observações 182

A segunda regressão aplicada à equação (2) forneceu a expressão de correlação para a vazão do ultrassom, expressa como:

, = 3,02118 10 , ∆ , (4)

Novamente, os resultados estatắsticos aplicados para a regressão múltipla, Tabela IV, consideraram o estudo válido e coerente, já que os coeficientes de correlação múltiplo e quadrado foram próximos da unidade, (0,97229, 0,9453), com erro padrão relativo menor a 1% para 182 observações

TABELA IV ESTATễSTICAS DA 2ở REGRESSấO MÚLTIPLA Ố ÁGUA

Estatắstica de 2ở Regressão

R múltiplo 0,972290501 R-Quadrado 0,945348817 R-quadrado ajustado 0,94473819 Erro padrão 0,017559503 Observações 182

Foram denominadas as equações (3) e (4) como equações de vazões volumétricas provenientes da correlação (equação 2) As Figuras 9, 10 e 11 mostram as curvas e a comparação das vazões evidenciadas no processo de avaliação

Figura 9 Relação entre curvas da vazão do ultrassom, vazão teórica e vazões provenientes da correlação para o diâmetro de 19 mm Ố Água

0

0,001

0,002

0,003

0,004

0,005

0,006

tempo (s)

Vazão Ultrassônica Vazão Teórica

0,0058

0,006

0,0062

0,0064

0,0066

0,0068

tempo (s)

Vazão Ultrassônica Vazão Teórica

0 0,001 0,002 0,003 0,004 0,005 0,006

tempo (s)

Vazão Ultrassônica Vazão Teórica Vazão da Correlação Teórica Vazão da Correlação Ultrasônica

Trang 5

pr

Fi

pr

di

vo

co

T

11

te

fa

co

(e

qu

va

ob

qu

es

pr

U

B

pr

pr

ex

ág

fắ

um

m

igura 10 Relação

rovenientes da cor

igura 11 Relação

rovenientes da cor

A partir d

iscrepância e

olumétrica do

orrelação ultra

TABELA IV ER

Outro fato i

1 é que, as cu

eórica praticam

ato que valida

ondições ana

equação 4) fo

ue os erros rel

ariação do di

bjetivo do pre

ue foi possắve

stimar vazão

ressão desvinc

UFM170

Resultados E

Para a so

rocedimentos

recauções A

xperimental p

gua garantind

sicas e quắmi

ma amostra d

mostrado na Fig

0

0,001

0,002

0,003

0,004

0,005

0,006

0

0,0058

0,006

0,0062

0,0064

0,0066

0,0068

0

entre curvas da v rrelação para o di

entre curvas da v rrelação para o di

das Figuras 9

em termos d

o ultrassom

assônica, para

RROS PERCEN

CORR

Diâmetro (m

19

22

25

importante a

urvas da vazão

mente coincid

a a correlação

alisadas, pode

rnece resultad lativos foram

iâmetro entre

sente trabalho

el encontrar a

em termos culando-se tot

Experimentais

olução LiBr,

do item A le

A primeira f

para receber a

do o não com

icas da soluçã

da solução p

g 12

100

Vazão Vazão Vazão Vazão

100

vazão do ultrassom âmetro de 22 mm

vazão do ultrassom âmetro de 25 mm

9, 10 e 11

de erros per com a vazã cada diâmetro

TUAIS DE VAZ RELAđấO)

m) Erro (%) 1,06181818 0,71759259 0,44492753

ser analisado

o teórica e da dem-se para a

o matemática e-se concluir dos bons, com menores a 2%

19 a 25 mm

o foi extremam

a correlação m

do diâmetro talmente do m

da Solução B

foram reali evando em co foi a prepar

a solução LiB mprometiment

ão O passo s ara medir a

200

tempo (s)

Ultrassônica Teórica

da Correlação Te

da Correlação Ul

200

tempo (s)

Vazão Ultrassôn Vazão Teórica Vazão da Correla Vazão da Correla

m, vazão teórica e

m Ố Água

m, vazão teórica e

m Ố Água

pode-se ext rcentuais da

ão volumétri

o, Tabela V

ZấO (ULTRASS

82

92

36

nas Figuras 9 vazão da corr ambos os diâm encontrada P que a corr

m boa estimat

%, considerand

m Com a ág mente satisfató matemática cap

e da diferen medidor ultras

Brometo de Lắt

izados os m onsideração al ração da ba Br; foi retirad

to das propri eguinte foi re densidade, co

eórica ltrasônica

300

nica ação Teórica ação Ultrasônica

e vazões

e vazões

trair a vazão ica da

SOM E

9, 10 e relação metros Para as relação tiva, já

do uma gua, o ório; já paz de nça de ssônico

tio

mesmos lgumas ancada

da toda edades ecolher omo é

Figur

A litro prov segu proc solu

(Eng

conc proc med LiB S entr cine foi d LiB conf rece 900,

60 a

na f Alca

de v proc segu

Figur diâm

Figur diâm

00

400

ra 12 Propriedad

A amostra enc

os a uma con veta (Pyrex d uidamente p cedimento foi ução (1583 kg

gineering Eq

centração e cedimentos fo dição ultrassôn

r não se encon Substâncias de rada para o emática e a ve determinada p

r como não d fiabilidade im epção de sinal , a qualidade

a 90, o coefic faixa 100 % ançando esses vazão A part cedimentos q uintes resultad

ra 13 Relação en metros de 19, mm Ố

ra 14 Relação en metros de 22, mm Ố

0 0,0002 0,0004 0,0006 0,0008

0

0 0,0002 0,0004 0,0006 0,0008 0,001

0

es da solução LiB

contrava-se em ncentração de

de 2000 ml, pesada, cuja utilizado na g/m³) Finalme

quation Solv

viscosidade ram realizado nico (UFM170 ntra armazenad essa natureza funcionament elocidade do s pelo software definida; ficou mposta pelo f (valor de S) q

de sinal (valo iente de trans admitindoỐ

s parâmetros o tir desta calib que no item dos mostrados

ntre curvas da vazã Ố Brometo de Lắti

ntre curvas da vazã Ố Brometo de Lắti

100

Vazão Ult Vazão Teó

100

Vaz Vaz

Br

m um recipien

e 55% e, foi

TC 20ử) 840 massa foi d determinação ente, utilizand

ver), foram dinâmica d

os para program 0) tendo em v

da na memóri precisam de d

to do mesm som A visco EES A veloc

u garantida pe fabricante que que deve estar

or Q) que deve sito (valor de Ốse uma vari

o fabricante g bração, realizo

A (água), e nas Figuras 1

ão do ultrassom, v

io

ão do ultrassom, v

io

tempo (s)

trassônica órica

tempo (s)

ão Ultrassônica

ão Teórica

nte lacrado de colhida em

0 ml da solu

de 1,488 kg

o da densidad

do o software determinada

da solução

mar o aparelh vista que a solu

a

dois parâmetro mo; a viscosid sidade cinemá cidade do som los parâmetro

e são; a força

r na faixa de 7

e estar na faix R) que deve e iação de Ử garante a med ou-se os mes

e observou-se

3, 14 e 15

vazão teórica para

vazão teórica para

200 uma ução Tal

e da EES

s a Tais

ho de ução

os de dade ática

m do

os de

a da

700 a

xa de estar 3% dição smos

e os

a os

a os

Trang 6

Figura 15 Relação entre curvas da vazão do ultrassom, vazão teórica para os

diâmetros de 25, mm – Brometo de Lítio

A partir das Figuras 13, 14 e 15 evidência que, mesmo

seguindo as normas impostas pelo fabricante do medidor

ultrassônico para substâncias que não se encontram

armazenadas na memória, como é o caso do LiBr, houve

discrepância entre as curvas Tal fato é devido ao princípio de

funcionamento do medidor ultrassônico que usa frequência de

ressonância transmitida na forma de onda, viajando à

velocidade do som entre o fluido e o material onde o cristal

está tocando, mostrado na Figura 1 Como, o fluído de

trabalho (LiBr) é um sal cristalino, o sinal emitido pelos

transdutores ultrassônicos são perturbados ocasionando tais

discrepâncias

Daí surge a proposta do presente trabalho que, a partir de

um estudo teórico experimental sobre o medidor ultrassônico,

a possibilidade de encontrar uma expressão matemática que

estime vazões volumétricas de forma não intrusiva para a

solução de LiBr em função do diâmetro e da pressão Desse

modo foram coletados valores de vazões do ultrassom que

ficaram mais próximos dos valores da vazão teórica, e

realizado um ajuste utilizando o método da regressão múltipla

Os resultados da regressão são mostrados na tabela VI

TABELA VI ESTATÍSTICAS DA 2ª REGRESSÃO MÚLTIPLA – ÁGUA

Coeficientes

1ª Regressão 5,22441x10-12 3,516661716 0,999549842

2ª Regressão 3,63741x10-7 1,481167131 0,327984843

A primeira regressão da Tabela VI aplicada à equação (2)

fornece uma expressão de correlação para a vazão teórica para

o LiBr, expressa como:

, = 5,22441 10 , ∆ , (5)

Os resultados estatísticos aplicados para a regressão

múltipla, Tabela VII, permitiram considerar como validos

estas constantes utilizando a solução de LiBr, já que os

coeficientes de correlação múltiplo e quadrado foram

próximos da unidade, (0,999), com erro padrão relativo menor

a 0,01%, para 182 observações

TABELAS VII ESTATÍSTICAS DA 1ª REGRESSÃO MÚLTIPLA –

BROMETO DE LÍTIO

Estatística de 2ª Regressão

R múltiplo 0,999999914 R-Quadrado 0,999999828 R-quadrado ajustado 0,999999825 Erro padrão 2,85356E-05 Observações 182

A segunda, aplicada à equação (2) forneceu uma expressão

de correlação para a vazão do ultrassom aplicada a solução LiBr, expressa como:

Os resultados estatísticos aplicados para a regressão múltipla, Tabela VIII, permitiram considerar como coerentes,

já que os coeficientes de correlação múltiplo e quadrado foram relativamente próximos da unidade (07575 e 0,6817), com erro padrão relativo menor a 7% para 182 observações

Tabela VIII Estatísticas da 2ª Regressão Múltipla – Brometo de Lítio

Estatística de 2ª Regressão

R múltiplo 0,757513149 R-Quadrado 0,681760129 R-quadrado ajustado 0,655319123 Erro padrão 0,075889251 Observações 182

Foram denominadas as equações (5) e (6) como equações

de vazões volumétricas proveniente da correlação matemática

da solução LiBr As Figuras 16, 17 e 18 mostram comparações entre as vazões medidas e calculadas a partir das correlações

Figura 16 Relação entre curvas da vazão do ultrassom, vazão teórica e vazões provenientes da correlação para o diâmetro de 19 mm – Brometo de Lítio

Figura 17 Relação entre curvas da vazão do ultrassom, vazão teórica e vazões provenientes da correlação para o diâmetro de 22 mm – Brometo de Lítio

0

0,0005

0,001

tempo (s)

Vazão Ultrassônica Vazão Teórica

0 0,0002 0,0004 0,0006 0,0008

tempo (s)

Vazão Ultrassônica Vazão Teórica Vazão da Correlação Teórica Vazão da Correlação Ultrassônica

0 0,0002 0,0004 0,0006 0,0008 0,001

tempo (s)

Vazão Ultrassônica Vazão Teórica Vazão da Correlação Teórica Vazão da Correlação Ultrassônica

Trang 7

va

te

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m

m

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pa

pa

igura 18 Relaç

azões proveniente

ítio

As Figuras

eórica e a vazã

s diâmetros fa

om água P

roblemática de

azão da corre

ferece uma bo

s comparações

A figura 19

olumétrica sob

iâmetro em fu

tendência de c

igura 19 Gráfico

bservações (mediç

A partir da a

o presente trab

mediante uma

mecânica dos

olumétricas at

o diâmetro e d

ltrassônico

Este artigo

eórico e exper

medição de v

aseado em cor

O modelo

mostrou-se cap

e forma não

través de um

xplicitamente

ma incerteza d

A técnica ap

ara avaliar m

ara fluídos q

0

0,0002

0,0004

0,0006

0,0008

0,001

0

ão entre curvas

es da correlação p

16, 17 e 18

ão da correlaç

fato também o

Pode-se evide

e se trabalhar

elação ultrassô

oa estimativa p

s observadas n

mostra o com

b forma de d unção do núm

crescimento d

o da Vazão da C

ções) realizadas p

análise destes

balho que, uti análise teór fluidos mostr través de cor

diferença press

VI CO analisou uma rimental capa

vazão volumé

rrelações mate

desenvolvime paz de realizar

invasiva par modelo matem

do diâmetro

da ordem de ±

presentada rep

medições de v

que possuem

100

V V V V

da vazão do ult para o diâmetro d

mostram que ção teórica coi observado nos enciar que com a solução ônica provenie para vazões vo nas figuras 17 mportamento d

dispersão (sca

ero de observ

a vazão em fu

Correlação Ultra para a solução LiB

resultados, ch ilizando um m rico e experi rou-se capaz rrelações mate são, desvincul

ONCLUSÃO estratégia bas

az de desenvo étrica de car emáticas

ento quando v

r a medição de

ra solução de mático (equaç

e de diferenç 1.25%

presenta uma f vazão volumét característi

200

tempo (s)

Vazão Ultrassônic Vazão Teórica Vazão da Correlaç Vazão da Correlaç

trassom, vazão t

de 22 mm – Bro

as curvas da incidem para

s estudos real mesmo dian

o de LiBr a cu ente da equaç olumétricas, se

e 18

dos valores de

atter plot) par vações, eviden unção do diâm

assônica pelo núm

Br

hegou-se ao ob medidor ultras mental basea

z de estimar v emáticas em lando-se do m

seado em um olver um mod ráter não int validado com

e vazão volum

e Brometo de ção 2.0) depen ças de pressã ferramenta po trica principal icas semelhan

ca ção Teórica ção Ultrassônica

eórica e ometo de

vazão ambos lizados nte da urva de ção (6) egundo

e vazão

a cada nciando metro

mero de

bjetivo ssônico ado na vazões função medidor

estudo delo de trusivo

m água, métrica

e Lítio ndendo

ão com oderosa lmente ntes à

solu mate form

O bols

[1] C Vazã (Diss [2] P absor sheet [3] C with

11 (2 [4] L repor [5] Je

of pe sodiu

575

[6] C flowm [7] F RNN resid Engin [8] A absor cond (2007 [9] I Galin absor gener Expe [10]

slug Scien [11]

flowm Instru [12]

of sid

in lar 69-77 [13]

cooli (2009 [14]

and Mana [15]

Chill [16]

solar

42, (2 [17]

of an Appl [18]

Therm turbin

31, (2 [19]

Therm Therm

48 (2

0

ução LiBr, já emática o com

ma simples

V

O primeiro e t sas de mestrad

Caldas, A M A

ão não intrusiv sertação de Mestr Palacios, E., Izqu rption machines:

ts Energy Conver Carlander, C., Del implications for s 2000) 109-122

Lynnworth, L C.

rt, 1955–2005 Ul eong, U., Kim, Y ermanent magnet

um flow in the IT Chen, Q., Li, W meter based on tr Farzaneh-Gord,

N Potential use o dential natural ga neering 22 (2015) Aphornratana, S., rption refrigerato dition to system pe 7) 658-669

Ibarra-Bahena, J ndo-Luna, Y.R., rption heat trans rator and into erimental Thermal Azzopardi, B., D flow in an interm nce 60 (2015) 1-8 Beaulieu, A., F meter for unstead umentation 22 (2 Rajan, K.K., Sha

de wall type perm rge pipes of SFR

7

Wang, J., Zhen ing cycle of H2O 9) 3087–3095

Gomri Rabah Inv multiple effect agement 51, (201 Prasartkaew, B

ler Energy Proced Tsoutsos, T., Alo

r absorption cooli 2010) 265–272

Monné, C., Alon

n existing solar p lied Thermal Engi Huicochea, A., modynamic analy

ne and a double 2011) 3347 – 335 Winston, R., Jia mal Cooling Syst modynamically E 2014) 1036-1046

á que, uma mportamento VII AGRADE terceiro autor

do para realiza REFERÊ

A., 2012, Desenv

vo para Sistema rado) – Universida uierdo, M., Lizar Pressure drop a rsion and Manage lsing, J Installati self diagnostics F , Liu, Y Ultraso ltrasonics 44 (200

Y H., Kim, J., Kim

t probe flowmet TSL Nuclear Eng W., Wu, J Real ansit-time techniq M., Parvizi, S., A

of capillary tube

as consumption

) 540-550

Sriveerakul, T E

or using aqueous erformance Expe J., Romero, R.J.

Velazquez-Avela sformer prototype evaporator op

l and Fluid Scienc

Do, H., Azzi, A., mediate diameter

8

Foucault, E., Br

dy liquid flow m 2011), 131-137

arma, V., Vijayak manent magnet flo

Rs Flow Measure

ng, D Performan O/LiBr system En vestigation of the absorption cooli 10) 1629–1636

Performance Tes dia 56 (2014) 48 oumpi, E., Gkou ing system in a G nso, S., Palacín, F owered absorptio ineering 31 (2011 Rivera W., G ysis of a trigener effect absorption

53

ang, L., Widyol tem Employing a Efficient Non-trac

vez encontra

da vazão pod ECIMENTOS

agradecem à C

ar este trabalho ÊNCIAS

olvimento de M

as de Refriger ade Federal da Pa rte, R., Marcos, and mass transfe ement 50 (2009) 1 ion effects on an Flow Measuremen onic flowmeters:

06) 1371-1378

m, T., Kim, S Ex ter measuring hig gineering and Des lization of a mu que Ultrasonics 5 Arabkoohsar, A., thermal mass flo Journal of Natu Experimental stu lithium–bromide erimental Therma , Cerezo, J., V

ar, L Experimen

e at different te perating with w

ce 60 (2015) 275-, Perez275-, V Chara pipe Experimen raud, P., Michea measurements Fl kumar, G., Jayaku owmeter for sodi ement and Instru nce of one and a nergy Conversion

e potential of appl ing systems En

t of a Small Size 7-497

uskos, Z., Karagio Greek hospital E F., Serra, F Mon

on cooling system 1) 28 - 35

Gutiérrez G., Bru ration system con

n chiller Applied lar, B Performan

a Double Effect A cking Concentrat

ada a correla

de ser estimad

S Capes Reuni p

o

étodo de Mediçã ração por Abso araíba, João pesso J.D Lithium bro

er in solutions co 1802-1809

ultrasonic flow m

nt and Instrument Half-century pro xperimental evalu

gh temperature l sign, 265 (2013), ultipath ultrasonic

54 (2014) 285-290 , Machado, L., K

ow meters to me ural Gas Science udies of a single-e e: Effect of oper

al and Fluid Scien Valdez-Morales, ntal assessment o emperature levels water/Carrol mix -283

acteristics of air/w ntal Thermal and

au, P., Szeger, low Measuremen umar, T Develop

um flow measure umentation 42 (2 half-effect absor

n and Managemen lication of single e nergy Conversion LiBr-H2O Absor orgas, M Design Energy and Build nitoring and simul

m in Zaragoza (Sp uno, J., Coronas nsisting of a micr Thermal Enginee nce of a 23KW Absorption Chille tors Energy Proc

ação

da de

pelas

ão de orção

oa omide onical meter tation ogress uation liquid ,

566-c gas

0 Koury, easure

e and effect rating nce 32 C.V.,

of an

s into xture /water Fluid

P A

nt and pment ement 2015), rption

nt 50 effect

n and rption

n of a dings lation pain)

s, A

ro gás ering Solar

er and cedia

Trang 8

an

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20

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Fl

M

0] Kaushik, S C

nd series flow dou

ystems Internation

1] Ochoa AAV,

f a 10RT absorptio

onversion and Ma

2] Venegas, M.

odríguez, P., Gu

perational variable

pplied Energy 88

3] Izquierdo, M

xperimental evalu

2O absorption pro

4] Rivera, W., M

nalysis of an ex

ngle water/lithium

exanol) Applied T

5] Kohlenbach, P

bsorption chiller

frigeration 31, (2

6] Kohlenbach, P

bsorption chiller p

erification Interna

7] Zinet, M., R

ynamic simulation

onversion and Ma

8] Evola, G., Le

alidation of a mo

age LiBr/water ab

3 (2013) 1015 –

9] Shin, Y., Seo,

ynamics and con

pplied Thermal E

0] Myat, A., Thu

N., A second

bsorption chiller A

1] Bakhtiari B., F

esign of H2O–L

Management 52 (20

2] Florides, G A

nd construction of

Management 44, (2

3] Seo, J A., Shi

a high temperatu

f refrigeration 35

4] Chua, H T., T

ermodynamic pro

efrigeration, 23, (

5] Kaita, Y., T

olutions at high te

p 374-390, 2001

6] Nasirzadeh, K

ctivity coefficien

98.15 and 343.15

11-517

7] Zafarani-Moa

olumetric, acousti

midazolium chlori

98.15–318.15 K F

8] Kim, D S., In

queous solutions

9] Somers, C., M

l-Hashimi, P M

SPEN Plus Appl

40] Edem, N T K

nd analysis of a lit

nternational Journa

41] Ochoa AAV, D

e Performance

evista Técnica

014;37:38-47

42] Sahand Pirouz

low Measuremen

Meter Flow Measu

C., Arora A En

uble effect water

nal Journal of refr

Dutra JCC, Henr

on chiller integra

anagement 2014;8

, Rodríguez-Hida

utiérrez G Expe

es on the perform

8, (2010) 1447– 1

M., Marcos, J D

uation of a low-po

ototype Energy 3

Martínez, H., Cer

xperimental singl

m bromide and u

Thermal Engineer

P., F, Ziegler A

performance Par 2008) 217-225

P., Ziegler, F A

performance Par ational journal of

Rulliere, R., Hab

n of a recirculatio

anagement, v 62,

e Pierrès, N., B

odel for the dynam

bsorption chiller.

– 1028

J A , Cho, H W ntrol of a doub

Engineering 29, (2

u, K., Kim, Y D

law analysis an Applied Thermal

Fradette L., Leg

LiBr absorption

011) 1439–1448

A., Kalogirou, S

f a LiBr–water ab

2003) 2483–2508

in, Y., Chung, J D

ure generator for a

, n 4 (2012) 1 – 7

Toh, H K., Malek

operty fields of L

(2000) 412 – 429.

Thermodynamic

mperatures, Inter

1

K., Neueder, R.,

nts for (LiBr +

5) K The Journal

attar, M T., Fro

ic and transport p

de [Bmim][Cl] in Fluid Phase Equil

nfante Ferreira, C International Jour Mortazavi, A., Hw

Modeling water/l

ied Energy 88 (2

K , Le Pierrès, N

thium bromide - w

al of Refrigeratio

Dutra JCC, Henrí

of 10 TR Lithi

de la Facultad zpanah, Muhamm

nts Using Couple

urement and Instru

nergy and exergy r–lithium bromide frigeration 32 (20 ríquez JRG Ener ated into a microg 88:545-553

algo, M C., Sa erimental diagno mance of a solar ab

454

D., Palacios, M ower direct air-co

37 (2012) 737 - 74 ezo, J., Romero, e-stage heat tran using additives ( ring 31 (2011) 35

A dynamic simula

rt I: The model.

A dynamic simula

rt II: Numerical

f refrigeration 31, berschill, P A n

on single-effect a , n 1, p 51– 63, 2 oudehenn, F., Pa mic simulation o International jou W., Namb, S C., J ble-effect LiBr–H 2009) 2718–2725 , Chakraborty, A

nd entropy genera Engineering 31, gros R., Paris J., A heat pumps E A., Tassou, S A bsorption machine

8

D Dynamics and

an absorption chi

7

k, A., Ng, K C., iBr-H2O solution properties of lit rnational Journal o Kunz, W Vapor acetonitrile) be

of Chemical The ouzesh, F., Rafie properties of ionic

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N., Luo, L Nume water long-term s

n, Energy 37 (20 íquez JRG Energ ium Bromide/Wa

de Ingeniería

met Çevik, Gerald

ed Slotted Orific umentation 40 (20

analysis of sing

e absorption refri 009) 1-12

rgetic and exerget generation system algado, R., Lecuo osis of the influ bsorption cooling E., González, ooled double-effec

48

R., Cardoso, M.

nsformer operati (1-octanol and 2-526-3532

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numerical model absorption chiller,

2012

apillon, P Propo

of a solar-assisted urnal of refrigerat Jeong, J H Simu H2O absorption

5

A., Chun, W G., ation minimizatio

2011 2405 - 241

A model for anal Energy Conversi A., Wrobel, L C.

e Energy Conver control of solutio iller International Srinivasan, K Im

n, International Jo thium bromide –

of Refrigeration,

r pressures, osm etween the temp ermodynamics 36

ee, H R The s

c liquid, 1-butyl-3

m bromide solution 40-47

energy equation f tion 29, (2006) 36 macher, R., Rod

e absorption chi

erical dynamic sim solar heat storage 12) 346 - 358

y and Exergy An ater Absorption Universidad de

L Morrison Mu

ce Plate and Swi 014) 157-1661

le effect igeration tic study Energy ona, A., uence of

g system

A G.,

ct LiBr - Exergy

ng with -ethyl-1-transient urnal of transient erimental for the , Energy osal and

d single-tion 36, lation of chiller

Choon,

on of an

13

lysis and ion and Design sion and

on levels

l journal mproved ournal of – water

v 24, n

otic and peratures

6 (2004), study of 3-methyl

ns at T = for LiBr 6-46

gers, P., illers in mulation

e system

nalysis of Chiller

el Zulia ultiphase irl Flow

[43]

Yang and (2014 [44]

por A Univ [45]

Paulo

- UF térmi Fluíd

segm Apro

Profe Mecâ

em s análi

Tem dos secag mate

Lelu He, Yefen

g An ultrasonic l its industrial app 4) 178-194 Lima, K C., 201 Absorção com o versidade Federal Delmée, Gérard o: Editora Bluche

Allysso

Física UFPB Univer

em Eng FPB Atualmente ica da Engenhar dos, Termodinâmi

Allan G

Licenciatu Paraíba(2

de Física

Kleber Lim

mecânica e doutorando Mecânica d Engenharia mentos: Refriger oveitamento de En

Carlos A

Engenhar Paraíba ( Mecânica pós-dout essor associado I ânica, com ênfase

Alvaro A

Mecânic doutorad

de Perna Tem exp simulação numéri

se financeira e ter

José

Engenh Engenh Engenh Janeiro experiência na á Fluídos, atuand gem, recuperado mático

g Zhou, Zhengli evel measuring te plication Flow

2, Controle de V par água-brometo

da Paraíba, João Jen, Manual de

er, 2003

on Macário de

e matemática p (2009), mestra rsidade Federal d genharia Mecânic

é Professor Efeti ria Mecânica co ica Aplicada, Tran

Giuseppe de Ar

ura em Física 2010) , Mestrando

do ensino médio

ma Cézar possui

e mestrado em en

o pelo Programa

da UFPB (PPGEM

a Mecânica, com ração por abs nergia

Antonio Cabral

aria Mecânica e m (1976 e 1983), do

a pelo Instituto torado pela Univ III da UFPB Te

e em Engenharia T

Antonio Ochoa V

ca - La Univers

do em Engenhari ambuco (2010 e 2 periência na área ica, sistemas de rmoeconomica de

Carlos Charam

haria Mecânica haria Mecânica haria Mecânica

o (1997) Atualme área de Engenhari

do principalment

or de calor co

iang Huang, Jing echnique based o Measurement an Vazão PID para si

o de lítio (Disser pessoa – PB

Medição de Vaz

Araújo Caldas

pela Universidade ado em Engenh

da Paraíba - UFP

ca pela Universida ivo do IFPB, Tem

om ênfase nos t nsferência de Cal

raújo Caldas, p

a pela Univer

o em Ensino de Fí

da rede privada e

i graduação em en ngenharia mecâni

a de Pós-Gradu M-UFPB) Tem e

m ênfase em Eng sorção, controle

l Dos Santos, p

mestrado pela Un outorado em Eng Tecnológico de ersity of Miami

em experiência n Térmica

Villa, Possui grad

sidad Del Zulia

ia Mecânica pela 2014) Atualment

a de Engenharia M cogeração, refrig

e sistemas energét

mba Dutra, po

pela UFPE (19 pela UFSC (19 pela Universidad ente é professor A

ia Mecânica, com

te nos seguinte ompacto, microc

gdai Wang, Yong

on radiation dissip

nd Instrumentatio stemas de refrige rtação de Mestra zão – 3ª edição possui graduaçã

e Federal da Pa haria Mecânica

PB (2012), doutor ade Federal da Pa

m experiência na temas: Mecânica lor e Massa

possui graduação rsidade Federal ísica - IFRN Prof

e estadual da Para ngenharia de prod ica pela UFPB (2 uação em Engen experiência na ár genharia Térmica

e de Processo possui graduação niversidade Feder genharia Aeronâu Aeronáutica (19 (1995) Atualme

na área de Engen duação em Engen

a (2001), mestra Universidade Fe

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Ngày đăng: 10/10/2022, 15:39

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